8 de fev. de 2015

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Um dia a soleira da porta foi o limite.
Me perguntei: o que vim fazer aqui?

Enfrentei a minha ira, olhei nos olhos, fiz barulho, mas percebi que o que me levou até aquele endereço, não foi a vontade de estar com o morador, mas sim de fazer um movimento, por puro amor a família construída.

O morador me visitou, portas abertas, janelas escancaradas, café na mesa, cama limpa e toda a minha disponibilidade.

O que há em comum entre as duas soleiras?
- O meu amor pela família construída.