22 de jul. de 2017

E A CORAGEM NÃO PODE ME FALTAR

Esse reboliço que liquidifica a minha alma, que faz o silêncio berrar em alto e bom tom - me arranca do padrão tão estabelecido, impregnado de repetições que me trouxeram até aqui.
Não mais. Preciso trocar essa a couraça, que não me cabe mais, que me sufoca, que me empurra à escuridão. E por mais confuso que pareça, esse breu só é percebido, pq a luz aponta pra ele.
O desconforto está instalado, reconhecido, concreto. Mais uma mudança em curso, talvez, a mais básica de todas, mas que sustenta todo o meu alicerce.
Sigo. E quando o medo se torna vestimenta, um sopro, quase um sussurro ao ouvido me  desnuda: temos que olhar pra frente com absoluta equanidade para com tudo o que possa vir. E temos que pensar que somente que tudo o que vier nos será dado por uma direção mundial plena de sabedoria...”
Assim seja.