17 de abr. de 2016

Hipocrisia: a grande bandeira nacional.

Carnaval?

Copa do mundo?

Encarar o momento político como mais um oba oba é a certeza que nada vai mudar.

Não há ganhadores. O país está ingovernável e quem perde sou eu, você, cada cidadão desse país.

Está tudo em risco: as liberdades dos direitos individuais, os direitos fundamentais....

É  golpe, não é golpe?

O impeachment é legitimo?

Não vou entrar no mérito pessoal, pq é argumentar no vazio.

O que vejo é circo, é Babilônia, é um grande curral eleitoral.

Se faz urgente uma reforma política.


Triste, lamentável. A hipocrisia é a grande bandeira nacional.


E vale pegar carona nos jargões criados pelo Brasil varonil.

Coxinha? Sim.
Mortadela? Também.

O prato de muita gente tá vazio. 

E fique atento: não há salvadores da Pátria.


7 de abr. de 2016

Talento desde o berço



Tem gente que se inventa, que se vira, que enfrenta e usa o talento para mudar e fazer acontecer, quantas vezes forem necessárias.

Eu, morro de orgulho. Eu, aposto, no sucesso dele.

Conheço a criatividade, o traço artístico desde que nasceu. Sempre fez bonito, nas aquarelas, na decoração, na vida.

O que sempre foi lazer e prazer (das horas vagas), passa a ser trabalho. 

Como economista ganhou o mundo, trabalhou em grandes empresas, mas a própria morosidade do mercado o fez buscar novos caminhos.

Primeiro, a estética, não funcionou. A praia dele é outra. A beleza de ambientes, a transformação de espaços, a renovação de objetos.

Conheça o trabalho de quem não desiste nunca e vai deixar a sua casa, LINDA!!!!

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ANTES




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DEPOIS






Iran Rodrigues Lima Souza Filho

21 97973-6665

3 de abr. de 2016

Sunny memories




Sabe quando o sol entra pela janela em um dia friozinho e começa a aquecer de dentro pra fora?

Assim me sinto cada vez que deparo  “com essa foto”.
Carinho silencioso, forte, consistente, NÓS.

Não somos mornas. Não somos doces. Não somos meiguinhas.  

E foi nessa acidez, nessa alma rascante, que nos encontramos e fizemos germinar a seiva mais bela da vida, o amor.

Filha, que não pari, mas que está em minhas entranhas e permanentemente.

Trouxemos das brincadeiras de infância, da admiração juvenil: a palavra – a clareza – a dureza, ela sim, que foi também tão necessária.

Somos mulheres prontas, desafiadas por nós mesmos, em um embate, que não há vencedoras ou perdedoras, mas a consolidação de construção sólida de uma família, batizada de estrelas.

Onde estiver, BASTA CHAMAR.

Onde precisares, BASTA FECHAR OS OLHOS E MENTALIZAR.

Nossa conexão é além.

Além de tudo.

Nada se quebrou.

Somos como bambus. Enverga ao sabor do vento, mas se mantém firmes,  juntos. 
E é nessa união que se faz a fortaleza de um bambuzal: a tempestade não consegue arrancá-los da terra.

Estarei sempre aqui, a casa é nossa.

Cada teto em que eu viver terá um pedaço seu.

E se desejar...basta entrar, assentar e morar.


Te amo.

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Amei as fotos escolhidas por você, somo com mais algumas.




















...

9 de mar. de 2016

Parece que foi ontem. Ou não?

A hiper rotina das últimas 72 horas cria uma nevoa e distancia, empalidece, quase amarela as fotos de uma semana reveladora.

Interessante, por mais anúncios, revistas, campanhas publicitárias, identidade visuais, novos projetos, metros de textos, tinjam de aceleração 12, 14 horas de trabalho, um cantinho fica reservado. 
E de repente te puxam pela saia, sopram no ouvido, roçam no cabelo, lembrando da inspiração e expiração. E nesse movimento que vem de fora (?), de dentro (?) de outros mundos, me aconchego, me refaço e volto.

A lida anda animal, mas o instinto não é apenas selvagem, também libertador.

Agradeço a tantos. 

A você que me lê agora, que dividiu comigo as mais belas descobertas. 

A você que me ensinou, que me conduziu pela geometria sagrada, como se eu tivesse visto uma linha pela primeira vez. 

E o que falar de ti, que olhou nos meus olhos e me vez ver o quanto “marte” anda no comando. 

Espada na bainha, busco um pouco dos que faltam. Me educo nos que sobram.

Um desejo eminente. Suplico, por aquele momento de encontro. Os selos pairam na esfera do pensar esperando pela ação.

Mas nessa hora, nesse agora, roubo alguns minutos e dou distancia dessa redação fervilhante, para respirar aqui e olhar de fora tanta urgência.


Engraçado, enquanto descanso da escrita... ESCREVO. E assim,  recupero as energias, para voltar a pauta.

Doce pausa.

8 de mar. de 2016

Dia da mulher...

...É?

Sim, mas todos os dias, para todos os seres. Mas pegando carona em tantas felicitações, homenageio, ela, a minha bela.

Casou aos 16 anos. Pariu quatro. E se multiplicou: são 11 netos e o primeiro bisneto a caminho.

A sua fortaleza hoje me inspira. Precisei da maturidade para entender a adolescente que me ninou e me criou.

Mãe, se há uma mulher em minha vida que merece todo esse “mi mi mi”, que circula na rede, é você.


Mas Dia de mulher, do índio ou do saci: todo dia é.

Assim, celebramos, todos os dias, a sua, a nossa existência.

Amo.
Admiro.
Reverencio.
E como é bom sentir assim.

27 de fev. de 2016

EU...Tereza

Enquanto me preparo para mais um mergulho volto ao primeiro módulo quando fechei a mala, segui e levei no coração a sensação “do sei que nada sei”.

E nesse não saber me deparo com tantas descobertas, tantas surpresas, tantos impulsos, me reconheço e me descubro a cada encontro.

Sem saber nada, sigo aprendendo. Sigo sem urgência. 

Com um desejo de descanso supremo, onde o mundo faz uma pausa e debruço sobre o meu ser, e me vejo, me observo, me escuto, me abraço e ando de mãos dadas com tantas Terezas.

Cadernos arrumados...

O novo ano se descortina... e organizo o meu material de trabalho para 2016 com a alegria das voltas aulas, um calor gostoso no peito, uma saudade de abraçar os amigos de classe, um impulso de correr no recreio, rosto corado, pele suada e uma paz na alma.


Nesse momento, folha em branco...

Sei que nada sei e espero ansiosa esse 2 de  março para continuar a me encontrar com tantas Terezas. 

Menina linda, arteira, riso largo, que aqui e ali, chorou, sofreu, amou, amou, amou, ama essa Tereza, tantas Terezas, minhas Terezas, EU Tereza

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2015 | INÍCIO DO 1. MÓDULO | Sei que nada  sei


Sei que nada sei.

E nesse não saber, me encontro.

Encontro respostas para perguntas não feitas.
Há uma acomodação interna, brisa serena, necessidade aflorada do gentil.

Uma companhia permanente me guia, me aponta caminho, da estrada desconhecida, mas com tão gosto de casa.

A dualidade aparente é ilusória. A conexão se fez, não nos estudos, mas nas entranhas.
Na ação.
E...: o corpo recebeu, cicatrizou, a alma  acolheu e o ser percebe novo olhar, para a sua própria essência.

Chegar. Cheguei?

Como AINDA nada sei, me lanço, com determinação, mas sem urgência.
Com disciplina, mas sem autoritarismo ou ditadura interna.
Não há tempo para mesmice, mas a ampulheta cumpre a sua sina, do tempo no tempo certo.

Folha em branco sou, com cores e nuances  presentes, prontas a colorir lodo, cinza, de um rio, outrora cristalino.

A clareza é bússola. Há uma liberdade interna absoluta, imperceptível para o olhar de fora. Um conforto acolhedor.

Se há sede? Sim. Há.

Vivenciar esse meu eu, percorrendo labirintos, enfrentando abismos e corredeiras.
Trabalhar. Estudar.  Embriagar-me nessa luminosidade que já percebo em lampejos, principalmente nos dias mais sombreados.

Não sou morna. Não sou isso ou aquilo, sendo SIM - isso e aquilo - TAMBÉM.

Sou fogo, sou água. Sou terra, sou ar.

EU SOU.

Sou eu: sombra e luz. Hora - suave como lamparina. Hora - neon incandescente.

E cá estou: sem promessas, pronta para me lançar na maior aventura da minha vida.

Onde isso vai dar? O tempo dirá.

A jornada começou.

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2015 | FINAL DO MÓDULO IV | "Terezas"


Engraçado como esse retorno vem se ensaiando;


 Hora se mostra, hora se camufla. 

Mas hoje o vi totalmente descortinado.

Palco iluminado.

Plateia lotada.

Tantas “Terezas” presentes.

Aplaudiram de pé: a (T) criança, a (T) adolescente, a (T) – T.

Aquelas todas - de sorriso largo, passo leve, mas 

firme e abraçada a sua essência.

No palco, no centro da ribalta, a TEREZA, iniciando seu nono setênio e apresentando para todas as suas – ELA, a própria.

Palco e Plateia.
Tereza e Terezas.
Terezas e Tereza.
Se reconhecem, se encontram, se recebem.
E se faz a luz.



NESSE MOMENTO AGRADEÇO A CAMINHADA NA ESCURIDÃO.
ENTENDO QUE FOI A AUSÊNCIA - PRESENTE - DE MIM MESMA QUE TROUXE UMA NOVA TEREZA, QUE RECONQUISTA O MELHOR DE SI.
O OITAVO SETÊNIO FOI ESCOLA. ESCOLA DURA. ALERTA SEVERO.
ESTOU DE VOLTA.
SERÁ?
NO AQUI E AGORA, NÃO HÁ DÚVIDA.





18 de fev. de 2016

Unguento


É antigo. É doído. É sagrado. E é agora.

A sensação corpórea é de unguento, de mãos suaves, curando feridas, enquanto as agulhas eram aplicadas.

O corpo se abriu, revelando cansaço, mazelas, medos e incertezas.  A cada aplicação, uma lágrima descia: morna, suave, natural, sem aquela preparação habitual quando qualquer o choro está para chegar.

O recolhimento se instalou, me acompanha aqui - diante de um dia frenético e tantas exigências.

Não quero perguntar.

Não quero saber.

Continuo com a certeza que sei que nada sei.

E sigo cumprindo as tarefas mundanas, sem olhar trás.

7 de fev. de 2016

Mundo de Alice

Sabe quando você deixa na mão do outro na certeza mais doce que será surpreendida????
E aquela ampulheta do tempo te diz: fica para o próximo ano.
E escorre junto com a areia o sonho sonhado... Do celebrar mansinho, pequenininho, mas celebrar.
E na badalada da meia noite, antes de dormir, fecha os olhos e agradece. 
Eu aceito
Eu confio
Eu entrego 
Eu agradeço

3 de fev. de 2016

Já estou em trabalho de parto...

Faltam menos de 24 horas para o seu nascimento. 

A ansiedade é grande e a felicidade também. Olho para o seu irmão e já imagino você correndo ao lado dele...

E lá se vão 29 anos. 

E depois de tantas mamadeiras, fraldas, partidas de futebol. Mais festinhas, namoricos, grandes paixões, sento na varanda para papear com um cara que me faz acreditar que tudo tem um sentido e não veio de graça.

Como tenho aprendido com você, filhote?

Como é lindo ver você, hoje, capitão da sua própria nau. E lembrar que naquele "novembro retumbante", quando vi água entrando na embarcação, você foi bem mais que capitão em uma grande tempestade, foi também porto e foi ancora...

Passou. Sol aberto. Céu azul. Mar de navegante.

Obrigada. 

Primeiro por me conceder a honra de dividir o mesmo tempo e espaço com você. 

Na sequência por ser mãe desse “cara” leve, doce, forte, gentil, guerreiro (na medida certa), um homem de fé.

Você é casa cheia. Festa com música alta e riso frouxo.

Você é abraço terno. Silêncio que jorra em tantas leituras e me ensina mais.

Você, filho, é troca, partilha, é um molecão lindo, que será sempre o meu menino, Lipe.

Feliz “desaniversário”!

Amanhã tem mais.


Beijo, meu BB.

04.02.1987 | Ô dia lindo!!!!

27 de jan. de 2016

"Estou de volta...no meu aconchego"


Estou de volta.
Será?
Um “borboletar” no estômago me tirou o folego, aqueceu o coração e me abraçou.
Estou de volta...


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Engraçado como esse retorno vem se ensaiando;
 Hora se mostra, hora se camufla. 

Mas hoje o vi totalmente descortinado.

Palco iluminado.

Plateia lotada.

Tantas “Terezas” presentes.

Aplaudiram de pé: a (T) criança, a (T) adolescente, a (T) – T.

Aquelas todas - de sorriso largo, passo leve, mas 

firme e abraçada a sua essência.

No palco, no centro da ribalta, a TEREZA, iniciando seu nono setênio e apresentando para todas as suas – ELA, a própria.
Palco e Plateia.
Tereza e Terezas.
Terezas e Tereza.
Se reconhecem, se encontram, se recebem.
E se faz a luz.

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NESSE MOMENTO AGRADEÇO A CAMINHADA NA ESCURIDÃO.
ENTENDO QUE FOI A AUSÊNCIA - PRESENTE - DE MIM MESMA QUE TROUXE UMA NOVA TEREZA, QUE RECONQUISTA O MELHOR DE SI.
O OITAVO SETÊNIO FOI ESCOLA. ESCOLA DURA. ALERTA SEVERO.
ESTOU DE VOLTA.
SERÁ?
NO AQUI E AGORA, NÃO HÁ DÚVIDA.

(escrito em 8.12.2015 | retorno do módulo longo)

27 de dez. de 2015

Balneário Puruca

Em todos os meus avessos hoje me reconheci, Eu. 
E que delícia foi...

Nesse descortinar me senti totalmente agradecida ao universo.

Consegui reunir na casa de papai e mamãe todas as minhas Terezas: brinquei, brinquei muito.

Percorri ruas e avenidas espiando essa criaturinha moleca. Rindo das minhas histórias, da minha jornada, do meu nascedouro até a adolescência. Santa viagem.

Com filho e sobrinhos, inauguramos o “Balneário Puruca”. 

Ali encontrei meu irmão caçula, também brincando, leve, como nunca o tinha percebido. Que baita presente, esse.

E as gerações se encontraram naquele quintal. O simples com gosto de grandioso. 

A amorosidade gigante, externada, abraçada, falada.

Verdade que sentimos falta dos ausentes: irmão, cunhada, filho, nora, sobrinhos. 

Mas os presentes - PRESENTES.

Ter pai. Ter mãe. Poder olhá-los de outra forma e ter a certeza, que não queria estar em outro lugar. Perceber que está na hora de me fazer muito mais presente na vida de ambos. Dádiva.

Agradeci: o berço, a infância feliz, a adolescência pra cima, a saída de casa, todas as mudanças e o retorno.

Obrigada por esse Natal mágico...

Obrigada por cada presente recebido no cantinho mais sagrado.

Obrigada, Senhor,  pela tempestade, pq só agora percebo a força e a delícia da bonança.

...Você também, em breve, vai sentir assim. Pode apostar.



5 de dez. de 2015

Esferas planetárias

Eu não sabia assim.
Mas já sabia.
Cada célula denuncia:
os encontros, impulsos e acontecimentos.

Cada palavra proferida,
Cada planeta visitado,
Cada ida e vinda,
Se expressa nesse encontro.

Sucessivas encarnações.
Sucessivas desencarnações.
Estamos grávidos desse EU uno,
Desse EU individual.

Tantas vezes quantas forem precisos.
Para novo nascimento de um ser...
Mais amoroso, mais pleno, mais luz.

E cá entre nós, Querubins e Serafins,
Quando os planetas se alinham,
Quando o universo conspira,

O encontro acontece e nem o CÉU é o limite.


Salve ó Bandeira Branca, Salve São João Batista, Salve estrela de David, e seus seis lados, Mestre Jesus, Buda, Santa. Maria Madalena, Santa Sara Kali, São Lázaro, arcanjos, serafins, querubins, anjos protetores nos auxiliem neste momento, nesta corrente de luz, rogai ao Arquiteto do universo, a Alá, em nosso favor e, levai nossos pedidos para que eles sejam aceitos.
São Miguel, São Rafael, São Gabriel, Baltazar, Melchior, Gaspar, Reis do Oriente, venham nos ajudar forças egípcias, chinesas, indianas, árabes, ciganos, beduínos, videntes, profetas, magia de ponto, de pó, astrologia, pura manifestação das almas batizadas em águas sagradas.Oração para o povo do oriente
Salve o Povo do Oriente! Salve os quatro cantos do mundo!
Guerreiros, reis, príncipes, Santos e Santas do bem, doutores de branco, doutores da lei, mandamentos sagrados, sangue, suor, vitória de homens coroados. Baptista é quem nos comanda, fonte de pura energia, pirâmides preciosas, rosas brancas no deserto, luz em nossas vidas, amparo de almas, linha branca bendita. Assim seja!!!!




15 de nov. de 2015

Aceito


Preciso de lugares lindos. Daqueles que nunca o meu olhar avistou.

Preciso do toque leve, da suavidade. Esse sensorial mágico que faz com que a alma se reconheça casa, chão, ninho. Espontâneo, doce, de uma simplicidade que me comove. Em casa estando, descanso.

Preciso um pouco da presença e não dessa ausência que teima em ficar. 

Senhor, permita abrir esse portal de tantas vidas, de tantas lidas, de tantas idas e me deixe ficar. Por um breve e sagrado estar. Permissão lhe peço, para nesse templo adentrar.

Ah, meu pai, pq antecipar o que ainda poderia esperar?
Muitos se foram.
Outros não chegam.

Há ainda aquele que nada sei. Mas sei que sem ele NEM SEI.

E fico assim: duas vidas em único ser.

Na aurora do dia, tenho 30, para poder labutar.

Quando o sol se deita, chego aos 90, para descansar.

Senhor, poderei ter a graça de estar?

Aqui, ali, no meu oitavo setênio, nesse nó lunar?

Respondo eu: seja feita a sua vontade.

Mas me ampare na ausência tão presente. Na falta vigente.


E o que quiser para mim, eu quero.


Daqui a pouco, 56.
Se pudesse pedir um presente: tempo.
Breve, mas todo meu e com vocês dois.
24 horas.
É muito?